quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Apple lança iPhone 13 com mais bateria; saiba preços no Brasil

 

Linha sucessora do iPhone 12 é revelada em evento especial nos Estados Unidos.




A Apple anunciou nesta tarde os novos celulares da linha iPhone 13 por preços que variam entre 

R$ 6.599 e R$ 10.499

no Brasil. Desta vez a bateria dura pelo menos 1,5 hora a mais do que na geração passada e o sistema de câmeras fica 

alinhado de maneira diferenciada, o que deve chamar a atenção dos consumidores. Quatro anos após 

a chegada do iPhone X, o primeiro aparelho da marca com notch, finalmente o recorte na tela foi reduzido.

Confira os preços no Brasil:

  • iPhone 13: R$ 7.599
  • iPhone 13 Mini: R$ 6.599
  • iPhone 13 Pro: R$ 9.499
  • iPhone 13 Pro Max: R$ 10.499

Battlefield 2042 é adiado para novembro

 




Um dos jogos de tiro mais esperados do ano, Battlefield 2042 teve a data de lançamento adiada pela produtora EA. Antes previsto para 22 de outubro, a empresa informou, nesta quarta-feira (15), que o FPS chega ao PC e em consoles em 19 de novembro.... 

Em nota publicada no perfil oficial do jogo no Twitter, o time de desenvolvimento argumentou que desafios não previstos em desenvolver um game desse porte durante a pandemia foi a principal razão para o adiamento em quase um mês.... 

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Xiaomi vale a pena? Veja prós e contras dos smartphones da marca chinesa Fonte: Tecnologia - iG

Segundo especialista, o custo-benefício é uma questão que vale a pena para quem quer investir nos celulares queridinhos do momento da chinesa Xiaomi

Se você não conhece alguém que tem um celular da Xiaomi, já deve ter pelo menos ouvido falar da marca chinesa. Com smartphones a partir de R$800 , ela está chamando muito a atenção dos consumidores que buscam mais qualidade e um preço baixo. Mas será mesmo que, ao comparar com outras marcas, investir em um Xiaomi vale a pena?  
celulares Xiaomi modelo Redmi 5
Divulgação/Xiaomi
Muita gente questiona se Xiaomi vale a pena por causa de seu custo-benefício. Na foto, o smartphone Xiaomi Redmi 5

A questão sobre se o Xiaomi vale a pena ou não ganhou destaque pela primeira vez em 2015, quando marca chinesa chegou ao Brasil   , mas acabou saindo do país dois anos depois. Até o início de 2019 os celulares só podiam ser encontrados em sites asiáticos de distribuição internacional, como o Aliexpress, lojas importadoras ou com sistema marketplace.
Depois de fechar parceria com a empresa brasileira de produtos eletrônicos DL, a marca voltou a distruibuir os smartphones por aqui e ficou mais fácil encontrar os produtos em lojas físicas e grandes redes de venda pela internet. 
Através de nota divulgada pela assessoria de imprensa, a DL afirmou que os brasileiros "não têm à disposição aparelhos com configuração avançada a preço acessível" e é exatamente o público em busca dessas funcionalidades que eles estão tentando — e conseguindo — alcançar. 


Mas, afinal, comprar um Xiaomi vale a pena? 

celular Xiaomi modelo Redmi Note 7 Pro
Divulgação/Xiaomi
Especialista afirma que Xiaomi vale a pena, mas é difícil encontrar assistência técnica. Na foto, o Xiaomi Redmi Note 7 Pro
Ao iG Tecnologia , Guylherme Ribeiro, fundador da Suporte Smart, rede de franquias de assistência técnica para celulares, afirma que a gigante chinesa foca na tecnologia de ponta e nos preços extremamente competitivos. "A  Xiaomi consegue trazer o que há de melhor em tecnologia e design, mas cobrando um valor muito abaixo de seus concorrentes", ressalta. 
"Esse valor acaba sendo diferente de outras grandes fabricantes porque a Xiaomi não investe em publicidade e distribuição. Por causa disso, a marca não sofre nenhum tipo de pressão por parte de tabelas de distribuidores e consegue aplicar o valor que ela mesmo determina para a venda dos aparelhos ao redor do mundo", explica. 
E é por isso que, segundo ele, o custo-benefício vale a pena se você compra em uma loja diretamente no Brasil, já que no caso da importação as taxas deixariam o produto mais caro. "Uma vez que você terá a garantia oferecida pelo revendedor no país, juntamente com nota fiscal e possível suporte em relação a manutenção, comprar aqui é a melhor saída." 
O maior "contra" é que como a chegada em território nacional ainda é muito recente, ainda não há uma assitência técnica autorizada por aqui. Por isso, quem comprar um celular Xiaomi vai ter que procurar empresas que tenham profissionais especializados no reparo desses aparelhos e, também, possuam peças para reposição em estoque.  

Escolhendo o Xiaomi certo para você 

Xiaomi modelo Mi8
Divulgação/Xiaomi
Independente da opinião sobre se Xiaomi vale a pena ou não, é fato que a empresa está crescendo. Na foto, o Xiaomi Mi8
Se você se interessou pela marca, mas ficou em dúvida entre os 20 modelos já lançados pela Xiaomi, Guylherme faz as recomendações. "Lançado no ano passado, Mi8 sem dúvidas é o 'queridinho da vez', mas o PocoFone também é ótimo quando o assunto é velocidade."
Ambos possuem processador Snapdragon 845, que passou a ser usado em smartphones com Android e computadores Windows 10 no ano passado, e um sistema de refrigeração liquida. "Esse recurso que facilita a troca de calor do aparelho com o ar em temperatura ambiente, evitando problemas por superaquecimento", detalha o profissional. 
No site da marca, os peços dos modelos mencionados variam entre R$2.800 até R$4.300, o que vai depender do modelo, quantidade de memória interna e processador. Existem também os modelos "econômicos", como o Redmi 6, Redmi S2 e Redmi 5, por exemplo, que estão na faixa de R$800, R$1880 e R$1900, respectivamente. 
Porém, celulares não são o único produto para perguntar se investir na  Xiaomi vale a pena  . "A empresa vêm investindo em produtos de diferentes nichos, desde smartphones, smartwatches, notebooks, acessórios, até televisores, patinetes elétricos e carros", comenta o profissional. Independente da opinião, é fato que a marca está crescendo entre as grandes do mercado. 

segunda-feira, 4 de março de 2019

Intel apresenta SoC Lakefield com CPU híbrida e GPU integrada de 11ª geração.

Intel apresenta SoC Lakefield com CPU híbrida e GPU integrada de 11ª geração-02
A Intel apresentou o seu novo System-on-a-chip (SoC) Lakefield, que utiliza uma nova tecnologia de envelopamento 3D da fabricante para incluir novas combinações de hardware dentro de um mesmo chipset. De acordo com a companhia, é possível utilizar a técnica para criar SoCs menores para diferentes plataformas – incluindo a promessa de permitir novos designs inovadores para notebooks.
A princípio, o Intel Lakefield será composto de 4 camadas diferentes, posicionadas uma sobre a outra. Na parte inferior, fica o Die base e a memória cache da peça de hardware. Logo acima, a empresa implementou o chiplet de computação contendo CPU e GPU, ambos fabricados em litografia de 10nm.
Intel apresenta SoC Lakefield com CPU híbrida e GPU integrada de 11ª geração-03
As outras duas camadas do novo SoC da Intel trazem camadas de DRAMpara servir como a memória principal do sistema. Com isso, não será necessário que as fabricantes de notebooks, tablets e PCs compactos implementem slots de RAM na placa-mãe, liberando espaço para outros componentes ou melhor resfriamento.
A CPU do chipset é capaz de ter um design híbrido, com a primeira versão do Lakefield trazendo um total de 5 núcleos. Eles são configurados de maneira parecida com os de smartphones contemporâneos ao trazer 4 cores pequenos, projetados para maior eficiência energética. Complementado-os estará um núcleo de maior desempenho com arquitetura Sunny Cove.

Para completar, o chip gráfico do Lakefield será o Intel UHD Graphics de 11ª geração, trazendo 64 unidades de execução. Benchmarks oficiais da GPU ainda não foram divulgados, mas testes vazados indicam que ela terá desempenho superior ao da AMD Vega 10.

Testamos: como usar o Galaxy S10 para carregar outros dispositivos

Recurso dos novos Galaxy permitem usá-los como fonte de energia para recarregar outros gadgets. Veja como a função é ativada

A Samsung está tão confiante na bateria do Galaxy S10 que permite a você doar alguns de seus preciosos pontos percentuais. Um novo recurso chamado "Wireless PowerShare" permite que você, literalmente, transforme seu S10 em um tapete de carregamento sem fio para que você possa ligar o outro telefone habilitado para Qi, apenas colocando-o na parte traseira do S10. Funciona em todos os três modelos.
Testamos a funcionalidade, que opera a partir dos seguintes passos:
  1. Abra a aba de notificações até que apareçam as configurações rápidas. Se você não ver um botão PowerShare sem fio, deslize para a esquerda para encontrá-lo e toque no botão para ligá-lo;
  2. Vire o S10 com a tela frontal para baixo e depois coloque um segundo telefone, um Galaxy Watch ou Galaxy Buds de costas com o S10, em cima dele. Para obter melhores resultados, convém alinhar os dispositivos da mesma maneira para evitar que escorreguem e garantir que as bobinas se encontrem;
  3. Quando terminar, remova o celular e abra a aba de notificações. Você verá um aviso persistente para o PowerShare sem fio. Toque como de costume para expandi-lo e vá em Desligar para desativá-lo.
Você ainda pode usar seu S10 enquanto carrega o outro telefone. Obviamente, o PowerShare sem fio drenará mais rápido a bateria do seu telefone, por isso esteja ciente de quanto tempo de carga está sendo usado. Em média, você perderá cerca de 25% de bateria por hora, mas a porcentagem pode variar.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Samsung anuncia 15 modelos de notebook com preços que vão de R$ 999 a R$ 5.999

Produtos chegam às lojas entre junho e julho rodando Windows 8.1 e ChromeOS, o sistema operacional do Google

Para 2015, Samsung apresenta quatro linhas, todas rodando processadores Intel e Windows 8.1, com exceção do Chromebook 2
Emily Canto Nunes/iG São Paulo
Para 2015, Samsung apresenta quatro linhas, todas rodando processadores Intel e Windows 8.1, com exceção do Chromebook 2
De olho no próximo "boom" de vendas de notebooks que, segundo analistas, ocorre de quatro em quatro anos (o último foi em entre 2012 e 2013), a Samsung anunciou na noite dessa quinta-feira (18) quatro novas séries de notebooks para o mercado brasileiro. Juntas, essas novas linhas totalizam quinze modelos que chegam às lojas entre junho e julho com preços que começam em R$ 999 e vão até R$ 5.999. 

Baseado-se em pesquisas feitas com o consumidor brasileiro que, conforme apresentou Sandra Chen, executiva da área, ainda se interessa por esse tipo de produto, a Samsung traz para o Brasil as linhas Essentials, Expert, Style e Connect, essa última rodando o sistema do Google, o ChromeOS. O restante dos aparelhos operam com Windows 8.1, mas assim que a décima versão for lançada, serão atualizados gratuitamente.
No geral, os modelos se distinguem por suas configurações e por algumas decisões de design mas, em conjunto, mostram que a fabricante sul-coreana conhecida pelas recentes inovações na área de smartphones resolveu se manter tradicional. No novo portfólio da marca não há espaço para produtos dois em um, ou seja, que são notebook e tablet ao mesmo tempo, e nem para dispositivos com tela sensível ao toque, mesmo rodando Windows 8.1 e, futuramente, Windows 10, sistemas mais voltados a esse tipo de experiência. Sandra acredita que embora sejam um tendência, produtos como esses ainda não conquistaram os brasileiros ainda.
Quatro novas linhas
Com as quatro linhas, a Samsung espera atingir os mais variados públicos: homens e mulheres, classes ABC e jovens de 18 a 24 anos com a Connect; homens e mulheres de classe B e C e acima de 25 anos com a Essentials; homens e mulheres, classe A, de 18 a 24 anos com a Expert; e homens de classe A e B acima de 25 anos com a Style.
Uma das linhas é a Connect, a única que não roda Windows e que é representada por um único notebook, no caso, o Chromebook 2. Rodando ChromeOS, o Chromebook 2 codinome XE500C12 é bastante similar ao produto lançado no início do ano passado. Com a mesma tela de 11,6 polegadas e os mesmos 16 GB de armazenamento mais 100 GB no Google Drive e 2 GB de memória RAM, o Chromebook 2 se destaca pelo processador Intel, Celeron, e pelo acabamento imitando o de um tecido, com as bordas costuradas, ainda que na cor prata. Além disso, chega um pouco mais barato do que em 2014: R$ 999.
A linha Essentials é a mais básica: tem um teclado mais ergonômico, garantia diferenciada e acesso ao Samsung S-Service, um suporte técnico remoto. Com processador Intel Celeron ou Core i3, será vendido com 2 GB ou 4 GB de memória RAM e 500 GB ou 1 TB de armazenamento. Disponível nas cores preto com prata, branco com preto e preto mineral, os modelos da linha Essentials são um pouco pesados, 2 a 2,2 kg, e possuem de telas de 14 ou 15,6 polegadas. Nesta linha, são três modelos básicos: E21, com Intel Celereon e tela LED HD, por R$ 1.499, e a E32, por R$ 1.899, com Intel Core i3, processador de quinta geração.
Já a linha Expert, que deve ser também a mais cara, é a única com opção de placa de vídeo dedicada, processador Intel Core i5 ou Core i7, 4 GB ou 8 GB de memória RAM, 1 TB de armazenamento, e modelos de 14 e 15,6 polegadas nas resoluções HD ou Full HD. Os modelos dessa linha serão vendidos nas cores preto mineral, branco, branco com prata e preto com prata. São também mais pesados, 2 a 2,2 kg, e robustos. Nesta linha, são dois modelos com Core i5, o X21 por R$ 2.599, e X30 por R$ 3.249, que tem também placa gráfica com memória de 2 GB dedicada, e as linhas X50 e X51 com Core i7, por R$ 3.749 e R$ 3.899 respectivamente.
Por fim, a linha Style, que como o nome sugere, se distingue pelo design dos produtos, e que possui modelos com processador Intel Core i5 ou Core M, 4 GB ou 8 GB de memória RAM, apenas 256 GB de armazenamento e versões de 12,2 e 13,3 polegadas. Vendidos nas cores preto e branco, os modelos da linha Style são mais leves: 950 g a 1,34 kg, similar ao do Chromebook 2. Nesta linha, são dois modelos: S20, com Intel Core i5 por R$ 3.399, e o S40 com Intel Core M por R$ 5.999.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

notebook Avell FullRange G1745 Fire


Quando falamos em notebooks gamers, a Avell certamente é um dos nomes mais lembrados pelos jogadores. Não por acaso, já que seus aparelhos apresentam muitos recursos buscados pelo público e configurações de ponta.
Seguindo o plano de levar sempre o melhor aos consumidores, a fabricante agora atualiza sua linha de modelos mais completos com a série de chips gráficos GTX 900M e novas tecnologias que visam oferecer alta performance.
O Avell FullRange G1745 Fire é um laptop de 17 polegadas que promete entregar alto desempenho e todas as funcionalidades que os gamers buscam em um dispositivo robusto. Como de costume, nós usamos o aparelho por alguns dias para conferir todo seu potencial para games e tarefas do dia a dia. Será que este é laptop ideal para a jogatina?

Especificações

Design aprimorado

A Avell é uma das poucas fabricantes brasileiras de computadores que faz um trabalho exemplar em questão de design de produto. Nós já testamos muitos produtos da marca e podemos dizer isso com propriedade.
O FullRange G1745 Fire traz visual semelhante ao que vemos no restante da linha de produtos da Avell, o que é excelente, já que compactua com a identidade da marca. Além disso, o design do produto é parecido com o que vemos de outras marcas concorrentes, de modo que o consumidor não vai se decepcionar na questão de acabamento.
Com textura de aço escovado na tampa e em parte do interior, o material usado neste notebook garante resistência, durabilidade e ainda elegância. Ele não fica com marcas de impressões digitais e nem suja com facilidade. O único defeito na questão do design é a inserção do logo abaixo da tela, que é uma plaquinha de metal que destoa do restante do visual.
O teclado é completo e traz até as teclas numéricas, algo que é possível graças ao tamanho avantajado do produto. Com retroiluminação de LED, você pode aproveitar sua máquina até mesmo em ambientes escuros. Talvez, o único problema aqui seja o layout americano, que não traz teclas como a cedilha e tem alguns botões em posições diferentes.

Hardware robusto

Como você já deve saber, a configuração dos computadores da Avell pode ser personalizada pelo consumidor. O modelo que recebemos vem com um poderoso Intel Core i7-4720HQ, que opera com clock de 2,6 GHz.
Este processador é perfeito para jogos, já que oferece todo o suporte necessário para a placa de vídeo em situações que os títulos requerem muito desempenho do hardware. Entretanto, acreditamos que a marca já poderia disponibilizar a opção de equipar a máquina com um chip mais recente.
A máquina que nos testamos ainda veio com 16 GB de memória RAM de alto desempenho (da Kingston) e um SSD de 240 GB. Trata-se de uma combinação excelente para games, já que possibilita utilizar recursos avançados e abrir os games em pouco tempo. Obviamente, você ainda pode adicionar mais um disco, caso queira instalar mais games.
O destaque do G1745 Fire, no entanto, fica por conta do chip gráfico. O GeForce GTX 970M é realmente poderoso e encara qualquer parada. Até mesmo Grand Theft Auto V roda perfeitamente nesta máquina, mantendo desempenho acima dos 45 frames por segundo.

Um bocado pesado

É curioso notar que a fabricante investiu pesado no hardware, mas não parece ter se preocupado muito com a questão do peso do aparelho. Ano passado, nós analisamos o G1711 MAX, que tinha configuração semelhante (exceto pelo chip gráfico que era da série GTX 800M) e nós já havíamos relatado essa questão do peso.
Sinceramente, nós sabemos que notebooks gamers costumam ser pesados, mas esperávamos um pouco mais de leveza neste modelo da Avell, afinal, já estamos em 2015 e os modelos da fabricante não parecem ter diferenças nesse quesito, algo que pode ser impactante para o jogador que pretende levar a máquina para vários lugares.

Tela gigante de qualidade razoável

O display do G1745 Fire é algo que deve ser valorizado, já que oferece alta resolução e um tamanho consideravelmente ideal para os jogadores que apostam em notebooks gamers. A definição da tela é muito boa e dá pra aproveitar os principais games com boa qualidade neste display que tem retroiluminação de LED.
Apesar disso, não podemos dizer que a tela é um ponto forte do aparelho. O componente de imagem instalado neste computador distorce as cores com facilidade, tem nível de brilho razoável e não apresenta excelente equilíbrio no contraste.
Para jogadores que pretendem usar um monitor externo, tal ponto é irrelevante, mas aqueles que pretendem usar o display do notebook como tela principal, certamente este ponto deve ser levado em conta.

Sistema de som caprichado

Uma das melhores coisas dos notebooks da Avell é o sistema de áudio, que conta com tecnologia da Onkyo e entrega resultados excelentes. Além dos alto-falantes estéreo na parte frontal, esta máquina conta com um subwoofer na parte inferior, que serve para reforçar os graves.
Ficamos boquiabertos com a capacidade de reprodução sonora, que consegue equilibrar muito bem os graves, médios e agudos. Não bastasse isso, este Avell vem com conexão S/PDIF e saída para fones, o que é muito bom para os gamers.

Bateria na medida

Notebooks gamers geralmente trazem componentes energéticos que não propiciam longos períodos de jogatina. O Avell FullRange G1745 Fire não é tão diferente nesse ponto, se pensarmos que alguns consumidores gostariam de jogar por mais de 6 horas longe da tomada, mas ele se sai muito melhor do que outros produtos que já testamos.
Na verificação de “Entretenimento” do programa Powermark, este modelo da Avell alcançou a marca de 3 horas e 10 minutos, o que achamos muito bom considerando o chip gráfico de alto desempenho que consome muita energia. No dia a dia, este valor subiu para quase 4 horas contínuas de jogatina, algo que nos surpreendeu.
A bateria se sai ainda melhor nos testes rotineiros, sendo possível usar a máquina por 4 horas e 35 minutos para reprodução de vídeos (com WiFi ligado e nível de brilho da tela ajustado no intermediário). Este certamente é um ponto que deve ser levado em conta, já que é algo que pode ajudá-lo a ficar longe da tomada por mais tempo.

Benchmarks

3DMark

Heaven e Valley Benchmark

Jogos

Vale a pena?

O Avell FullRange G1745 Fire demonstrou estar apto para executar os principais jogos mais recentes com um nível de alta qualidade na resolução Full HD. Ele se saiu muito bem nos principais benchmakrs, algo que se deve ao chip gráfico de bom desempenho. Trata-se de uma máquina pronta a atender as necessidades dos gamers mais exigentes.
Apesar de apresentar bom desempenho, este modelo da Avell acaba tendo algumas qualidades comprometidas que podem ser muito requeridas por consumidores que investem um bom valor em um notebook. O hardware robusto acaba deixando o produto pesado, o que é um ponto negativo considerando que muitos consumidores querem um PC desse tipo justamente pela praticidade e possibilidade de transportá-lo de um lado para o outor.
Além disso, é preciso considerar que mesmo com um bom sistema de refrigeração, esta máquina esquenta um bocado e pode incomodar aos jogadores mais exigentes. Ele vem com três ventoinhas para evitar esse tipo de coisa, mas acaba sendo inevitável devido ao uso excessivo do chip gráfico.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Windows 10

7 novidades sobre o Windows 10 que você precisa conhecer


OWindows é o sistema operacional mais utilizado em computadores pessoais de todo o mundo. Hoje (30 de setembro), a Microsoft realizou um evento para mostrar que ele está ganhando muitas novidades, graças à nova major update apresentada para consumidores e membros da imprensa. Estamos falando do Windows 10 — pois é, pularam o “nove” —, que vai substituir o Windows 8 no mercado.
Mas quais são as grandes novidades que vieram junto com a atualização do Windows? A Microsoft aproveitou o evento para detalhar as principais delas e nós vamos trazer tudo para você agora mesmo. Por isso se prepare para saber de tudo o que o novo Windows 10 vai permitir que consumidores e empresários poderão usufruir em um futuro próximo!

1. Uma plataforma unificada

Uma das grandes novidades da nova versão do Windows está no fato de que ele será uma plataforma unificada. Isso significa que a desenvolvedora pretende aproximar muito os aplicativos produzidos para as plataformas existentes atualmente. De uma maneira resumida, o mesmo Windows 10 utilizado por computadores será também de tablets, smartphones e outros aparelhos.
Isso significa que os desenvolvedores independentes terão maior abrangência com seus aplicativos. Softwares produzidos para um tipo de aparelho poderão ser facilmente importado para outros, tendo ainda mais facilidade na atualização e na distribuição. Vale dizer que a loja de apps também será unificada, o que pode dar mais controle para a própria Microsoft.

2. A volta do Menu Iniciar

A Microsoft sabe que o Windows é muito mais utilizado em computadores comuns do que em tablets e outras plataformas sensíveis ao toque. Isso ficou bem evidente na volta de dois dos recursos que os consumidores mais sentiam falta: o Menu Iniciar como era visto até o Windows 7 e também a Área de trabalho como interface principal — sendo que Live Tiles passam a integrar essa seção.
Mais do que voltar ao que era certo, a desenvolvedora também avançou e trouxe outros detalhes que já eram pedidos há alguns anos. A partir de agora se torna possível personalizar os menus, modificando tamanhos de tiles e os reordenando de acordo com os gostos pessoais. Mais do que isso, a partir do Windows 10 torna-se presente o recurso de múltiplos desktops, algo já presente em outros SOs há algum tempo.
Segundo a própria Microsoft, o Windows 10 “traz toda a familiaridade do Windows 7 com alguns dos elementos do Windows 8”. Isso significa que os antigos usuários vão ter a mesma facilidade na utilização que já era presente em versões anteriores. Mesmo assim, é preciso mencionar algumas novidades que podem fazer com que esses consumidores gostem ainda mais do lançamento.

3. E as janelas voltam ao jogo

Os apps disponíveis na loja Windows Store não serão mais rodados obrigatoriamente em tela cheia. Isso significa que poderemos ter de volta o design “janelas” que fizeram a fama — e até mesmo nomearam — o Windows. Mais do que isso, todas as tarefas em execução nos computadores poderão ser acessadas de um novo método chamado “TaskView”, que lembra bastante o “Exposé” do OS X.

4. Múltiplas áreas de trabalho

Como mencionamos anteriormente, o Windows 10 traz o recurso de múltiplas Áreas de trabalho e isso não é uma novidade isolada. Ele vem acompanhado do “Snap View”, que permite aos consumidores arrastarem aplicativos entre os desktops para que tudo seja organizado da melhor maneira possível para cada momento — tudo de acordo com a sua vontade.

5. Botão "Task View"

A partir de agora a Barra de tarefas conta com um novo botão que é responsável pela troca rápida entre arquivos e softwares abertos, permitindo também o acesso às múltiplas Áreas de trabalho.

6. Explorador de arquivos

O explorador de arquivos integrado ao Windows garante que os consumidores possam ter mais facilidade na hora de localizar um app ou um documento. O sistema agora mostra arquivos recentes e pastas visitadas com mais frequência de um modo bem inteligente.

7. E as interfaces touchscreen?

Ótima notícia para quem adora apps programados para telas sensíveis ao toque, mas nem sempre quer usar esse tipo de recurso. O Windows 10 conta com uma adaptação total dos aplicativos, que podem ser utilizados com mouse e teclado sempre que essa for a vontade do usuário. Basta que o consumidor ordene a troca de modos de utilização e ele terá tudo nos periféricos ou na ponta dos dedos.
Por falar nos dedos, o Windows 10 também traz algumas melhorias para os donos de aparelhos sensíveis ao toque. A grande novidade está no “Continuum”, que funciona como um alternador integrado para os modos disponíveis. No “Touch”, as charm-bars aparecem para facilitar o acesso a diversas funções e a Tela Iniciar volta para permitir rápidas localizações de qualquer app ou documento.

Quando estará disponível?

A Microsoft afirmou que o Windows 10 só estará disponível comercialmente no segundo semestre de 2015. Mesmo assim, versões iniciais de testes já vão começar a ser disponibilizadas a partir de amanhã — respeitando uma cronologia de liberação para notebooks e desktops, depois chegando a servidores. Os primeiros a poder baixar o Windows 10 serão os cadastrados no Windows Insider Program.


Microsoft revela Windows 10; sistema vai rodar em celulares, tablets e PCs

O aguardado evento da Microsoft nesta terça-feira (30) contou com a apresentação do Windows 10. Anunciado por Terry Myerson, diretor-executivo da Microsoft, o novo sistema operacional vai unificar plataformas e rodar em todos os devices, de celulares a tablets, de híbridos a computadores desktop. Por isso, em vez de se chamar Windows 9, como muitos esperavam, o sistema ganhou um novo nome que, segundo executivos, representa um marco para a plataforma da Microsoft, um novo Windows.
Segundo os executivos, que deixaram clara a importância das empresas e governos como consumidores do Windows, as mudanças vão deixar usuários de computadores dektops tradicionais mais confortáveis. "As pessoas que usam PCs, telefones e tablets para trabalhar são os mesmos seres humanos que usam PCs, telefones e tablets em casa para jogar videogame", disse Myerson. "Nós podemos construir uma experiência de usuário que é agradável para todos", explica o executivo.
Windows 10 será mais amigável para empresas e sistemas de gestão  (Foto: Divulgação/Microsoft)Microsoft revela Windows 10 (Foto: Divulgação/Microsoft)

"Há cerca de um bilhão e meio de pessoas que usam o Windows hoje e o número de devices ultrapassa o de pessoas", justifica Myerson. A ideia é tornar o uso do Windows padrão e unificado em todos eles.
Ainda de acordo com a Microsoft, na mesma linha, serão unificadas lojas, aplicações, busca por aplicativos, compra e atualização em todos os dispositivos. Conforme mostra o material publicitário do novo Windows 10: Uma família de produtos, uma plataforma e uma loja. Tudo em um só sistema. 
Foco em empresas
Segundo Myerson, as empresas precisar ter contato com o novo Windows o quanto antes e esse evento serve para começar o diálogo "O Windows 10 será familiar para as empresas", promete. 
Windows 10 será mais amigável para empresas e sistemas de gestão (Foto: Divulgação/Microsoft)Windows 10 será mais amigável para empresas e sistemas de gestão (Foto: Divulgação/Microsoft)

De acordo com a Microsoft, o novo Windows 10 vai oferecer todas as ferramentas necessárias para que companhias o utilizem sem receios. O sistema operacional também será compatível com todos os softwares de gestão tradicionais utilizados hoje em dia, com mais foco empresarial do que nunca.
A proposta do Windows 10 é oferecer aos usuários uma abordagem mais simples e amigável de separar dados corporativos e pessoais em todos os dispositivos, mantendo acesso ao que precisa.
Versão build
No evento, a Microsoft mostrou o que chamou de uma versão "build 9841", ainda em construção, do Windows 10. Joe Belfiore, executivo da Microsoft para o Windows Phone, foi quem fez a demonstração do novo sistema operacional unificado. No telão, o executivo mostrou o aguardado Menu Iniciar.
Joe Belfiore mostra novo Menu Iniciar do Windows 10 (Foto: Divulgação/Microsoft)Joe Belfiore mostra novo Menu Iniciar do Windows 10 (Foto: Divulgação/Microsoft)
O novo Menu Iniciar conta com blocos dinâmicos de aplicativos e opções para desligar e reiniciar o computador. A ideia, segundo Belfiore, é "encontrar o equilíbrio, para que todos os usuários do Windows 7 tenham uma experiência familiar nos dispositivos que já possuem". Ou seja, funções voltadas para computadores com teclado e mouse físicos, sem touchscreen (telas sensíveis ao toque), mais comuns em empresas com workstations e muitos computadores desktop e notebooks domésticos. 
Os usuários poderão redimensionar os blocos dinâmicos do Menu Iniciar, alterar tamanho, entre outras personalizações feitas com o uso do mouse ou dos dedos em caso de telas sensíveis ao toque. 
Busca no Menu Iniciar
Quem olhar com cuidado, vai notar que a busca - antes da barra de charm - também foi levada para o Menu Iniciar. A experiência de pesquisa foi melhorada e vai mostrar resultados de busca universais a partir do Menu Iniciar e da Internet, incluindo arquivos do computador ou páginas da web.
Aplicativos em janelas
Como eram no Windows 7, os aplicativos voltaram a aparecer em janelas lado a lado, com botão minimizar, fechar e expandir. A Microsoft reconhece que, no Windows 8, quando os usuários abriam um aplicativo "modern", tinham um ambiente diferente. "Nós não queremos que a dualidade, queremos que os usuários de PCs com mouses e teclados tenham uma interface familiar", explica o executivo.
Aplicativos voltam a ter janelas com botões fechar e minimizar (Foto: divulgação/Microsoft)Aplicativos voltam a ter janelas com botões fechar e minimizar (Foto: divulgação/Microsoft)
Task View
Ao clicar no Task View, um novo botão na barra de tarefas, será possível checar todos os aplicativos abertos, capacitando os usuários novatos a trabalhar melhor com questões multitarefa - bem diferente da proposta anterior de apps em tela cheia ou a partir da tela Iniciar do Windows 8.
Snap Assist e desktops múltiplos
Há ainda uma nova interface "Snap Assist" em que você pode ver os aplicativos de múltiplas áreas de trabalho (desktops). É possível alternar entre diferentes áreas de trabalho com vários aplicativos em execução. Como miniaturas de programas, há várias áreas de trabalho na parte inferior da tela. Ao acessar uma delas, o usuário verá todos os aplicativos que estão atualmente abertos no sistema. 
Snap Assist, Microsoft revela função para múltiplos desktops no Windows 10  (Foto: divulgação/Microsoft)Snap Assist, Microsoft revela função para múltiplos desktops no Windows 10 (Foto: divulgação/Microsoft)
Prompt de Comando
Até mesmo o Prompt de Comando foi melhorado. Embora tudo pareça a mesma coisa, nada será como antes. Com o novo Windows 10, será possível, finalmente, usar Ctrl + V no prompt de comando. 
Charm Bar
Embora recursos como busca e botões de ligar e desligar tenham se descolado para o Menu Iniciar, a Charm Bar ainda está lá, firme e forte. Os botões parecem os mesmos e são voltados para telas sensíveis ao toque. Assim como a Tela Iniciar, com blocos dinâmicos, ideias para tablet e smartphone.
Windows Insider Program
Na próxima quarta-feira (1º), a Microsoft inicia o que chamou de Windows Insider Program para testes nas versões Techinical Preview do Windows 10 para laptops e PCs desktops. Os desenvolvedores interessados devem acessar preview.windows.com e acompanhar as novidades no Blog da Microsoft.
Windows Insider Program começa em breve, para testar builds do Windows 10  (Foto: divulgação/Microsoft)Windows Insider Program começa em breve, para testar builds do Windows 10 (Foto: divulgação/Microsoft)

Ainda de acordo com gigante de software, em abril, na próxima Build Conference de 2015, serão abordados os apps universais, que rodam em todos os dispositivos. O Windows 10, completo e liberado para todos os usuários, chega em meados de 2015, até o final do ano que vem, após a conferência.
Entre os rumores mais esperados do Windows 10 estava a Cortana no desktop, assistente por voz do Windows Phone. Entretanto, nenhum dos executivos falou sobre o recurso durante o evento. Não foi informado também como se dará o processo de atualização nos smartphones, tablets e computadores que rodam hoje Windows Phone 8 e Windows 8, respectivamente.