terça-feira, 8 de outubro de 2013

Notebook Gamer


ASUS lança notebook gamer por R$ 13.999: são 32GB de RAM, Core i7 e 1,2 TB

Equipamento com visual robusto não decepciona nas configurações: são 32 GB de RAM, tela 17.3 antirreflexo, câmera HD e duas unidades de armazenamento.


(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)




A ASUS anunciou hoje o poderoso Republic of Gamers G750JX, chamado pela empresa como “o notebook definitivo para games”. Embora o preço assuste (seu valor sugerido é de R$ 13.999), o equipamento promete compensar o investimento.

O design robusto foi inspirado no jato Stealth Jet Fighter F-22, com linhas e superfícies que fluem ao longo do corpo do notebook. O design do G750JX também foi pensado em dar o maior conforto para jogadores: ele permite o posicionamento ergonômico dos pulsos em um apoio de alumínio, o que dá o ângulo ideal para o uso do teclado por horas seguidas.
Alto desempenho e resfriamento duploO G750JX conta com um sistema térmico duplo para CPU e GPU com exaustão traseira, permitindo que placa de vídeo e processador sejam esfriados de forma independente, conforme as necessidades da máquina ao longo do uso. A saída de áudio também é aprimorada com a tecnologia ASUS SonicMaster.

(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)



A ideia da ASUS é que, com o G750JX, o consumidor tenha um substituto para um desktop para games, por isso, o notebook conta com um processador Intel Core i7 de quarta geração que garante um melhor desempenho e otimização de consumo de energia. Os gráficos rodam de forma fluida com a placa gráfica NVIDIA GeForce GTX 770M com 3GB de memória de vídeo GDDR5.

O G750JX também vem com conectividade Intel Thunderbolt, que transfere vídeos e dados em até 10Gbit/s (o dobro da banda usada pelo USB 3.0), com o máximo de até seis dispositivos compatíveis conectados a ela.

Para otimizar a experiência do usuário e garantir espaço de armazenamento para tudo o que um gamer pode precisar, o G750JX é compatível com diversas configurações de armazenamento, permitindo a instalação de até dois discos rígidos (1 TB ou 1,5 TB de capacidade), usando interface SATA 6 Gbit/s e um SSD de 256GB que amplia o desempenho do Windows 8.

(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)



Por ser um notebook projetado para jogos, o teclado do G750JX permite um melhor desempenho em games, com apoios angulares para os pulsos e o uso de materiais confortáveis ao longo de sua carcaça. Além disso, o teclado é retroiluminado e traz um touchpad multitoque com botões resistentes para maior durabilidade e precisão.
Configurações

(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)

Confira abaixo as configurações completas da máquina, que chega nas lojas brasileiras ainda este mês:

- Processador: Intel Core i7-4700HQ

- Chipset: Mobile Intel HM87

- Sistema operacional: Windows 8

- Memória: 32GB DDR3 1600MHz

- Tela: 17.3”, LED, Full HD (1920 x 1080, 120Hz), 16:9, anti-glare

- Gráficos: NVIDIA GeForce GTX770M com 3GB GDDR5 VRAM Intel HD Graphics 4000

- Armazenamento: Duas unidades 256GB SSD (Raid 0) HDD 1TB 5400 RPM

- Disco óptico: Leitor de Blu-Ray 6X

- Câmera: HD

- Dimensões e peso: 41.0cm x 31.8cm x 1.8-5.0cm, 4.5Kg

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

07/10/2013 10h14 - Atualizado em 07/10/2013 11h35

Conheça alguns dos notebooks poderosos voltados para o público gamer

Quer um bom notebook para games e fácil de carregar para todos os lados? 
Esse tipo de equipamento tem, normalmente, telas enormes e são verdadeiros problemas 
para serem transportados. 
Porém, é possível encontrar modelos mais "compactos" e leves na atual geração e com hardware 
bastante potente, com total capacidade para rodar os melhores jogos do mercado. 
Para te ajudar a escolher um, o TechTudo preparou uma lista com as melhores opçõe.
Avell Premier G1310 (a partir de R$ 3.779)
Premier G1310 tem hardware bom, design compacto e é relativamente barato (Foto: Divulgação/Avell)Premier G1310 tem hardware bom, design compacto e é relativamente barato (Foto: Divulgação/Avell)
Fabricado pela brasileira Avell, este modelo tem display com 13,3 polegadas com resolução Full HD (1080p) e pesa dois quilos. Com preços a partir de R$ 3.779 no site oficial da companhia, o gadget conta com teclado retroiluminado e placa de vídeo Nvidia GeForce GTX 765M com 2 GB dedicados. O processador pode ser um Intel Core i5 ou i7, com clock de 2,5 GHz a 2,8 GHz, a memória RAM pode ter de 8 GB a 16 GB e o HD pode variar entre HD, SSHD e SSD, com 500 GB a 1 TB de espaço.
Sony VPC Z235GB (R$ 6.999)
VPC Z2335GB não é voltado para games, mas tem especificações potentes (Foto: Divulgação/Sony)VPC Z2335GB não é voltado para games, mas tem especificações potentes (Foto: Divulgação/Sony)
Menor do que o modelo da Avell e mais caro, o notebook da Sony não é voltado para games, mas tem características capazes de rodarem muito bem os jogos de última geração. Ele é acompanhado por um módulo de expansão chamado Power Media Dock Station, que amplia a sua capacidade gráfica. Assim, ele fica com placa AMD Radeon HD 6650M com 1GB de memória dedicada, 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento SSD. Conta ainda com processador Intel Core i7 e tela de 13,1 polegadas (1600 x 900 pixels). Seu preço é R$ 6999.
Dell Inspiron 14 R (A partir de R$ 2.099)
Inspiron 14 R tem placa de vídeo com 2 GB dedicados e processador Core i5 (Foto: Divulgação/Dell)Inspiron 14 R tem placa de vídeo com 2 GB dedicados e processador Core i5 (Foto: Divulgação/Dell)
Assim como o Sony, este modelo não é voltado para jogos, mas aguenta bem o tranco. Com preços a partir de R$ 2.099 no site da Dell, tem configurações com a boa placa de vídeo Nvidia GeForce GT730M com 2 GB dedicados. No modelo mais caro, que custa R$ 2,6 mil, possui processador Intel Core i5, 6 GB de RAM, 1 TB de HD e tela de 14 polegadas com resolução de 1366 x 768 pixels. É ideal para quem quer aliar o seu entretenimento à portabilidade e uso profissional.
Samsung Ativ Book 6 (A partir de R$ 2,6 mil)
Ativ Book 6 é bastante poderoso (Foto: Divulgação)Ativ Book 6 tem placa AMD Radeon com 2 GB e 8GB de RAM entre as especificações (Foto: Divulgação/Samsung)
Equipado com a potente placa AMD Radeon 8850M com 2 GB dedicados, o modelo da Samsung é pouco mais robusto do que outros integrantes da linha Ativ Book, mas ainda assim não é dos maiores notebooks gamers do mercado. Tem tela de 15,6 polegadas (1920 x 1080 pixels), seu processador é o Intel Core i5 de 2,6 GHz, memória RAM de 8 GB e 1 TB de HDD. Sua alta performance é excelente para diversos usos, inclusive os jogos. Seus preços variam entre R$ 2,6 a R$ 3,7 mil, segundo o buscador Zoom.
Razer Blade Pro (Preço só lá fora ainda - US$ 2.300, cerca de R$ 5 mil)
Razer Pro é um modelo de alto nível (Foto: Divulgação)Razer Pro tem Core i7 quad-core, placa Nvidia GeForce com 2 GB e dimensões reduzidas (Foto: Divulgação/Razer)
Fechando a lista, um gadget dedicado aos gamers que ainda não tem previsão de chegar ao Brasil, mas que foi disponibilizado para review no TechTudo. Seu grande atrativo, além do hardware, é que mesmo com tela de 17 polegadas, pode ser tido como portátil, pois pesa pouco mais de 2 kg e tem 2,2 cm de espessura. O aparelho da Razer tem processador quad-core Intel Core i7, 8 GB de RAM, placa Nvidia GeForce GTX 765M com 2 GB dedicados e SSD de 128 e 512 GB.Quer um bom notebook para games e fácil de carregar para todos os lados? Esse tipo de equipamento tem, normalmente, telas enormes e são verdadeiros problemas para serem transportados. Porém, é possível encontrar modelos mais "compactos" e leves na atual geração e com hardware bastante potente, com total capacidade para rodar os melhores jogos do mercado. Para te ajudar a escolher um, o TechTudo preparou uma lista com as melhores opções.

sábado, 14 de setembro de 2013

A evolução dos discos rígidos



Conheça os principais avanços ao longo de mais de 50 anos, das primeiras unidades que pesavam toneladas e armazenavam apenas 5 MB aos atuais modelos que cabem em um tablet.





De monstros que ocupavam uma sala inteira e custavam pequenas fortunas aos diminutos modelos atuais que custam algumas poucas centenas de reais, a evolução dos HDs é a história de uma indústria que continuamente entrega mais por menos. Em apenas 30 anos, o custo do armazenamento de um gigabyte de dados despencou de US$ 100.000 para apenas alguns centavos. Permita-nos apresentar maravilhosa e fascinante história dos discos rígidos.


IBM 305 RAMAC Disk System


O 305 RAMAC Disk System é um ancestral distante do HD que conhecemos hoje. Ele foi lançado em 1956 como parte do IBM 305 RAMAC, um computador desenvolvido pela IBM para o mercado corporativo, e podia armazenar impressionantes 5 MB em 50 discos com 24 polegadas (60 cm) de diâmetro.



O IBM 305 RAMAC Disk System usava 50 discos para armazenar 5 MB
Por si só a unidade de disco tinha o tamanho de uma geladeira, e o conjunto completo pesava mais de uma tonelada. O sistema custava US$ 10.000 por megabyte, mas na época o preço era justificado pela capacidade de recuperar dados do disco em apenas 600 millisegundos. Ao longo de cinco anos de mercado a IBM vendeu cerca de mil unidades deste sistema de disco.


A IBM produziu um curto vídeo promocional sobre a pesquisa e desenvolvimento do RAMAC, que está disponível no YouTube.


IBM 1301 Disk Storage Unit


Lançada em 1961, a “Model 1301 Disk Storage Unit” (algo como “Unidade de armazenamento em disco modelo 1301”) foi a sucessora do RAMAC. Ela usava uma cabeça de leitura e gravação diferente para cada disco, eliminando a necessidade de retrair e reposicionar a cabeça sempre que era necessário acessar dados em outro disco.





Sucessor do 305 RAMAC Disk System, o modelo 1301 tinha quase seis vezes a capacidade


A capacidade de armazenamento era de 28 MB, e o 1301 foi o primeiro “HD” a usar cabeças aerodinamicamente projetadas, que “voam” sobre a superfície do disco sustentadas por uma fina camada de ar, o que reduziu o atrito e o tempo de acesso aos dados, que era de apenas 180 millisegundos.


Na época era possível comprar um 1301 por apenas US$ 115 mil, ou alugar por US$ 2.100 mensais.


IBM 1311 Disk Storage Drive



A IBM foi pioneira em muitos avanços e inovações nos discos rígidos, incluindo o primeiro conjunto de discos (“disk pack”, no jargão da época) removível. Lançado em 1962, o IBM 1311 Disk Storage Drive era capaz de armazenar até 2.6 MB de dados em seis pratos de 14 polegadas (cerca de 35 cm) cada. Cada um destes conjuntos pesava 4,5 Kg. O modelo 1311 foi tão bem sucedido que foi redesenhado várias vezes, e ficou no mercado até 1975.




O modelo 1311 foi o primeiro com conjuntos de discos removíveis 



IBM 3340 Direct Access Storage Facility (ou "Winchester")



O IBM 3340 introduziu várias inovações no design de discos rígidos que estão em uso até hoje, incluindo cabeças de leitura e gravação leves e discos lubrificados instalados em um compartimento a vácuo.


O apelido “Winchester” surgiu com os engenheiros responsáveis por seu desenvolvimento, que o chamavam de “30-30” porque inicialmente havia dois conjuntos de discos com capacidade de 30 MB cada. O famoso rifle de caça “Winchester”, de 1894, usava um cartucho também chamado .30-30 (calibre .30 com 30 grãos de pólvora em cada um), e a associação foi imediata.





O apelido "Winchester" do IBM 3340 acabou virando sinônimo de HD em muitos países

Novas tecnologias permitiram que a IBM reduzisse o tamanho da máquina e o preço, “apenas” US$ 87.600 em 1973. Ele foi tão bem sucedido que em vários países, inclusive o Brasil, “Winchester” se tornou durante muitos anos um sinônimo para disco rígido.


IBM 3380 Direct Access Storage Device

Em 1980 a IBM rompeu a barreira do gigabyte com o lançamento do IBM 3380 Direct Access Storage device. Ele tinha capacidade de 2.52 GB e velocidade de transferência de dados de 3 MB por segundo. Dependendo dos recursos desejados um 3380 DASD Modelo A poderia custar entre US$ 97.650 e US$ 142.200.




IBM 3380: o primeiro a romper a barreira do Gigabyte 
Seagate ST-506

Enquanto a IBM continuava a desenvolver sistemas de armazenamento do tamanho de geladeiras para seus computadores, a Seagate surgiu para reduzir o tamanho dos dispositivos e fazê-los caber dentro de computadores pessoais.




O Seagte ST-506 acabou estabelecendo um padrão nos HDs para os primeiros PCs
Em 1980 quem estivesse disposto a gastar US$ 1.500 poderia trocar um drive de disquete de 5.25” por um ST-506, e armazenar até 5 MB de dados num PC. O disco tinha de ser conectado a uma placa controladora instalada no PC, mas eliminava a necessidade de ficar trocando disquetes para rodar o sistema operacional, aplicativos e acessar seus arquivos salvos.


Toshiba Tanba-1 2.5”

Os primeiros PCs portáteis se pareciam mais com bagagem de mão do que com computadores, e a introdução de um HD de 2.5” em 1988 pela PrairieTek foi um marco no caminho para as máquinas esbeltas e “sexy” que temos hoje. Batizado de Model 220 o disco ocupava 30% menos espaço que os HDs de 3.5 polegadas da época e tinha capacidade total de 20 MB, divididos em 2 pratos de 10 MB cada.




Toshiba Tanba-1: 63 MB em tamanho portátil
Em 1991 a Toshiba aumentou as apostas com o lançamento do Tanba-1, uma unidade de 2.5” com capacidade de 63 MB. Discos com o formato de 2.5” (o popular “HD de notebook”) são presença comum nos notebooks modernos, embora os modelos mais sofisticados e Ultrabooks estejam começando a substituí-los por unidades de estado sólido, ou SSD.


IBM Microdrive

O primeiro Microdrive, com pratos com apenas 2,5 cm de diâmetro, tinha capacidade de 170 MB e foi lançado pela IBM em 1999. O conjunto era tão pequeno que podia ser colocado em um slot Compact Flash Tipo II, com apenas 5 mm de espessura.




IBM Microdrive: tão pequeno que cabia em um cartão de memória Compact Flash
A IBM adquiriu a divisão de discos rígidos da IBM em 2002 e outros fabricantes, incluindo a Seagate, começaram a construir drives usando as mesmas dimensões e interface. Em 2006 a capacidade chegou a 8 GB por disco, mas a tecnologia logo foi superada pela memória flash.


Um dos usuários mais famosos do Microdrive foi a Apple, que utilizava modelos com capacidade de 4 ou 6 GB no iPod Mini.


Seagate Barracuda Serial ATA V

Esse é familiar. Lançado em 2003 o Barracuda Serial ATA V foi um dos primeiros discos rígidos baseados na nova interface Serial ATA (SATA), que prometia maior simplicidade na instalação e desempenho no acesso aos dados que a interface Parallel ATA (PATA ou “interface IDE” no jargão de alguns) usada anteriormente.





Este Seagate Barracuda foi um dos primeiros modelos com interface SATA

O novo disco da Seagate tinha dois pratos de 60 GB e a impressionante (para a época) capacidade de 120 GB, custando apenas US$ 170.


Western Digital Raptor


A Western Digital originalmente desenvolveu o Raptor em 2003 para uso em servidores corporativos, mas os gamers rapidamente adotaram o disco, que usa pratos que giram a 10 mil rotações por minuto em vez das 7.200 ou até mesmo 5.400 dos discos mais populares. Com isso o acesso aos dados é mais rápido, e o Raptor (atualmente conhecido como Velociraptor) ainda é um dos discos eletromecânicos mais rápidos no mercado.





Até hoje o Raptor é um dos HDs tradicionais mais rápidos no mercado

Embora a maioria dos gamers atualmente tenha uma unidade SSD como objeto de desejo, o disco da Western Digital continua sendo um componente popular entre quem precisa de grande capacidade de armazenamento e alta velocidade de acesso, como editores de vídeo e profissionais de modelagem em 3D.


Toshiba MK2001MTN


Ele é tão pequeno que chega a ser fofo: o MK2001MTN entrou para o livro dos recordes em 2005 como o “menor HD do mundo”, com capacidade de 2 GB e discos de 0.85 polegadas, ou pouco mais de 2 cm, de diâmetro.



Este HD da Toshiba é tão pequeno que entrou para o livro dos recordes 
O produto só chegou ao mercado em 2006, e quando a Toshiba conseguiu produzí-lo em grande volume a capacidade já havia dobrado para 4 GB. O disco chegou a ser usado em smartphones, câmeras e media players.


Unidades de estado sólido


A primeira unidade de estado sólido foi desenvolvida em 1976, mas foram necessários 35 anos para que elas começassem a se popularizar. Tecnicamente elas não são “discos rígidos”, já que usam um método completamente diferente para armazenar dados, mas desempenham a mesma função e, aos olhos dos consumidores, são descendentes diretas.



O primeiro SSD da Samsung tinha capacidade de 32 GB 
A Samsung lançou sua primeira unidade SSD de 2.5 polegadas, com capacidade de 32 GB que podia substituir diretamente um HD em um notebook, em 2006. A Sandisk lançou um produto semelhante um ano depois. Rápidas e silenciosas, elas eram muito atraentes para quem pudesse pagar US$ 699 (na época).


O familiar ciclo de capacidade cada vez maior e preço cada vez menor entre os HDs também se aplica aos SSDs, que estão cada vez mais acessíveis.


O que vem por aí?

Todos gostamos da nuvem, mas a melhor forma de manter seus dados a salvo de bisbilhoteiros é armazená-los localmente. Portanto, é um alívio saber que a capacidade dos discos rígidos continua a aumentar.


A Seagate recentemente anunciou a intenção de lançar um gigantesco disco de 5 Terabytes em 2014, e planeja um modelo de 20 TB para 2020. E quem vai precisar de tanto espaço assim? Até lá, todo mundo!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS

Conheça os principais recursos e as vantagens que esta belezinha oferece para os gamers mais exigentes.

Recentemente, publicamos uma notíciarelatando os incríveis recordes estabelecidos com a ajuda da ASUS Maximus VI Extreme. Agora, essa placa-mãe que foi demonstrada durante a Computex chega a nossas mãos.
Pois é, não é de hoje que a ASUS tem a fama de ser especialista em hardware para gamers, todavia, com a nova placa da série MAXIMUS, a empresa exagerou nos recursos para entregar tudo o que há de melhor para os jogadores.
Hoje, vamos mostrar os principais diferencias da placa e os componentes que vêm na caixa do produto. Vale salientar que esta não é uma análise da placa, portanto não espere ver resultados de benchmark. Confira agora as principais especificações da placa-mãe:
  • Soquete: LGA1150
  • Chipset: Intel® Z87 Express
  • Processadores suportados: 4ª geração Intel Core i7/ i5/ i3, Pentium e Celeron
  • Gráficos: SLI ou CrossFireX com quatro placas de vídeo
  • Memória: até 32 GB (DDR3 de 3.000 MHz)
  • Slots: 5 x PCIe 3.0, 1 x PCIe 2.0 x4 e 1 x mini-PCIe 2.0
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac, Bluetooth 4.0 e 1 x LAN (RJ45)
  • USB: 8 x USB 3.0 e 8 x USB 2.0
  • Vídeo: 1 x HDMI e 1 x DisplayPort
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo]Ampliar(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)

Embalagem e componentes

Considerando o público interessado no produto, a ASUS caprichou nos mínimos detalhes desta placa. A experiência com a Maximus VI Extreme começa já na embalagem:a caixa pode ser facilmente transportada e tem uma janela para fácil visualização do produto.
Aqui, podemos ter um vislumbre do produto e visualizar um componente extra bem fora do comum. Abaixo do compartimento da placa, uma caixa separada armazena os cabos, manuais, CDs e outros itens adicionais.
Entre os componentes especiais, vale destaque para o adaptador WiFi, que conta com um chipset capaz de se conectar a redes do tipo 802.11ac e com aparelhos compatíveis com a tecnologia Bluetooth 4.0. A antena é bem diferente, podendo ser montada de diversas formas para garantir o melhor sinal de rede.
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo]Ampliar(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Bom, por se tratar de uma placa voltada para games, a ASUS incluiu no pacote algumas pontes para você utilizar múltiplas placas de vídeo. Há itens compatíveis com produtos NVIDIA e outros especiais para dispositivos da AMD.
Uma máquina equipada com esta Maximus provavelmente conta com múltiplos dispositivos de armazenamento, por isso a ASUS incluiu dez cabos SATA para você não ter que se preocupar.
Aquele dispositivo diferente que você viu na primeira foto não é um enfeite: este aparelho é, na verdade, o painel de overclock. Você tem duas maneiras de instalar o painel, uma na vertical e outra na horizontal. A primeira é ideal pra usar o componente em cima da mesa, e a  segunda maneira de instalar é usar a baia para inserir o painel na frente do gabinete.
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo]Ampliar(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Uma vez devidamente conectado à placa, esse componente garante o fácil overclock dos componentes internos: basta um clique para aumentar a velocidade do computador. A placa-mãe gerencia todo o processo, deixando você desfrutar do máximo poder da sua máquina. O painel de overclock ainda exibe informações de temperatura, voltagem e outras.

Os diferenciais da placa

Bom, agora que verificamos os itens adicionais, é hora de conferir de perto as diferenças entre a Maximus VI Extreme e outra placa “comum” (que também é para gamers) da ASUS. Vamos mostrar o que muda em relação à ASUS Z87 Deluxe.
O soquete do processador é o mesmo, portanto, não espere ver mudanças no encaixe. Seja na Maximus ou na Z87 Deluxe, você pode instalar chips Intel Haswell – o que muda nessa região são os componentes ao redor do soquete.
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo]Ampliar(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Na ASUS Maximus VI Extreme há reguladores de tensão de altíssima qualidade, transistores MOSFETs com eficiência elevada e capacitores mais duráveis que garantem precisão na hora do overclock da CPU e da memória RAM.

Memória turbinada

Na parte direita do espaço para o processador, podemos encontrar os slots de memória. A Maximus VI Extreme suporta até 32 GB de memória RAM DDR3 com clock de até 3.000 MHz. De acordo com as informações da ASUS, a placa Z87-Deluxe também conta com tais capacidades.
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo](Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
A diferença realmente fica por conta da capacidade avançada da Maximus para a realização de overclock nos módulos de memória. Não que isso seja necessário, mas caso você goste de quebrar recordes, o último modelo da linha Republic of Gamers facilita as coisas. Há um limite seguro de 5% para overclock de memórias avançadas.

Preparada para quatro placas de vídeo!

Indo um pouco para baixo, podemos ver cinco slots PCI-Express 3.0 para a combinação de múltiplas placas de vídeo em SLI ou CrossFire. Há um esquema especial que deve ser obedecido para o uso de duas, três e até quatro placas. Com o ajuste correto dos switchs, você pode facilmente aumentar o desempenho gráfico da sua máquina.
A placa ASUS Z87-Deluxe é um pouco limitada nesse sentido. Ela suporta SLI de quatro GPUs, mas o recurso é limitado a placas com dois chips gráficos. No caso do CrossFireX, você pode usar a mesma configuração de SLI ou associar três placas de vídeo. Ainda que seja inferior, essa placa também dá show em qualquer game.
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo]Ampliar(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Para quem não vai utilizar tantas placas ou pretende aproveitar o chip gráfico do processador, a Maximus VI Extreme conta com saídas de vídeo HDMI e DisplayPort. Ela vem preparada para trabalhar com resolução 4K.
A Z87-Deluxe, por outro lado, conta com portas HDMI e Thunderbolt. Ela pode operar com até três monitores em qualidade Ultra HD.
Para finalizar, a ASUS preparou uma BIOS repleta de recursos inteligentes para a Maximus. A primeira grande diferença nesta placa é a tecnologia SSD Secure Erase, que melhora o desempenho do SSD, aplicando um método mais eficiente para sobrescrever dados.
Maximus VI Extreme: a placa-mãe gamer monstruosa da ASUS [vídeo](Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
A BIOS da Maximus ainda gerencia a velocidade do processador, realizando um overclock rápido de acordo com a sua necessidade. É possível escolher uma frequência entre as que a placa disponibiliza ou deixar no modo automático.
Vale destaque ainda para o utilitário ROG RAMDisk, o qual transforma a memória RAM em um dispositivo de armazenamento temporário. Esse recurso força a memória a manter dados guardados mesmo depois que algo já foi finalizado. Isso evita o tempo de carregamento quando você abrir uma aplicação que já foi usada previamente.

Quando? Quanto?

A Maximus VI Extreme ainda não está disponível nas lojas brasileiras, mas deve chegar em breve. O preço ainda é incerto, sendo que, lá fora, a placa custa algo próximo de 500 dólares. Julgando pelo valor da Maximus V (que é de R$ 1.500), podemos ter ideia de que a Maximus VI vai custar algo próximo de 2 mil reais. É uma placa apenas para gamers com muito dinheiro!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Cinco dicas para tirar o máximo da bateria de seu notebook

Não podemos fazer milagres, mas estes truques simples podem ajudá-lo a conseguir mais alguns preciosos minutos de uso de seu portátil quando ele estiver longe da tomada.
Você adora seu notebook. Ele lhe permite trabalhar onde quer que esteja, seja um saguão de aeroporto, café ou seu escritório doméstico, e é a chave para sua vantagem competitiva.
Isso até a bateria se esgotar. Bem na hora em que você está fazendo os ajustes finais em uma apresentação no PowerPoint, no aeroporto, prestes a decolar e sem uma única tomada à vista. Nessa hora o amor vira ódio e você começa a se perguntar porque comprou essa “tranqueira”.
Mas é possível evitar um acesso de raiva e amenizar o problema: siga estas cinco dicas para maximizar a autonomia de bateria de seu portátil.
1. Recarregue sempre que possível
Uma forma de garantir que seu notebook estará sempre pronto para a ação é plugá-lo a uma tomada sempre que possível. Manter a bateria sempre carregada aumenta as chances de que você terá carga suficiente para completar seu trabalho. Compre um carregador extra, para que você possa ter um em casa e outro sempre à mão no trabalho ou na mala para viagem.
Um mito comum sobre notebooks é que deixá-los plugados continuamente à tomada irá sobrecarregar e reduzir a vida útil da bateria. Isso não é verdade. As baterias modernas interrompem a carga assim que atingem a capacidade máxima, então não há riscos. E elas sofrem um desgaste maior quando chegam a zero e são recarregadas ao máximo do que quando sofrem uma recarga parcial (digamos, de 40% para 100%), portanto recargas frequentes podem até prolongar sua vida útil.
2. Ajuste o brilho da tela
As telas modernas com iluminação LED são uma grande evolução em relação às telas com iluminação CCFL (fluorescente) usadas no passado, tanto em qualidade de imagem quanto em eficiência no consumo de energia. Ainda assim, elas representam uma parte significativa do consumo de energia do sistema. Portanto, reduzir o brilho da tela irá produzir um aumento notável na autonomia da bateria. Também tome cuidado na escolha de seu local de trabalho: uma tela com brilho baixo será mais confortável em um café com iluminação suave do que em uma sala com lâmpadas fortes.
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Você pode ajustar o brilho da tela nas Opções de Energia, no Painel de Controle
Outra forma de reduzir o consumo da tela é ajustar o controle automático de iluminação no Windows. Abra o Painel de Controle, clique em Hardware & Sons / Opções de Energia e clique em Alterar configurações do plano em frente ao plano de energia ativo. Escolha um limite de 1 a 3 minutos nas opções Esmaecer vídeo e Desligar vídeo na coluna bateria. Você também pode clicar em Configurações de energia avançadas para ajustar qual será o nível de brilho da tela quando ele for reduzido.
3. Fique de olho nos aplicativos
Aplicativos que estejam fazendo uso desproporcional do processador podem ser responsáveis por esgotar a bateria antes do tempo. Utilitários desnecessários rodando em segundo plano, ou um aplicativo que está “travado”, também podem causar o problema. Navegadores são especialmente propensos ao último caso, devido aos múltiplos plug-ins, extensões e mecanismos para processamento de páginas e scripts que são usados neles.
Processadores modernos são capazes de reduzir automaticamente sua frequência de operação para diminuir o consumo de energia, mas só são capazes de fazer isso quando estão total ou parcialmente ociosos. Se você não lidar com estes apps fora de controle eles podem não só drenar a bateria, mas também deixar todo o sistema mais lento. Uma pista de que algum app “saiu da linha” é a ventoinha do computador acelerando quando a máquina deveria estar ociosa.
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Use o Gerenciador de Tarefas para identificar
aplicativos que estão exigindo demais do sistema
Resolver o problema é fácil. Tecle Ctrl+Alt+Del, abra o Gerenciador de Tarefas e use-o para identificar e fechar aplicativos e processos que estejam ocupando uma parcela muito alta do processador (na coluna CPU). Se você não conseguir fechar o programa normalmente, force seu encerramento clicando no nome do processo no Gerenciador de Tarefas e clicando no botão Encerrar Processo. Se nada disso funcionar, reinicie o sistema.
4. Desative apps “pesados” que rodam em segundo plano
Aplicativos que fazem uso intenso do processador ou da rede devem ficar fechados enquanto a máquina estiver fora da tomada. Entre eles software P2P como o BitTorrent e aplicativos de computação distribuída como o Folding@Home. Também evite fazer downloads grandes e atualizações de aplicativos e de sistema, já que isso exige o tanto o uso da interface de rede quanto do disco rígido, o que irá custar preciosos minutos de autonomia da bateria.
5. Desabilite dispositivos desnecessários
Você também pode tentar desabilitar portas e dispositivos desnecessários para conseguir alguns minutos extras de sua bateria, embora essa opção não seja possível em todos os notebooks. Comece desativando modems 3G e interfaces Wi-Fi e Bluetooth que não estejam sendo usados. Muitos notebooks tem chaves ou atalhos de teclado para isso, ou ícones na bandeja do sistema (no canto inferior direito da tela, perto do relógio)
O drive óptico é outro item que consome energia rapidamente, então não deixe um disco no drive e evite usá-lo a não ser que realmente necessário. Desconecte periféricos como HDs externos e até mesmo pendrives. Se seu notebook tem um leitor de cartões de memória, remova os cartões. Afinal, eles precisam de energia para funcionar.
Por fim muitos notebooks atuais tem teclados iluminados. Eles são ótimos quando você está usando a máquina em um ambiente escuro, mas é possível economizar energia desativando este recurso quando a máquina estiver operando na bateria. Consulte o manual de sua máquina para saber como fazer isso.