segunda-feira, 22 de abril de 2019

Xiaomi vale a pena? Veja prós e contras dos smartphones da marca chinesa Fonte: Tecnologia - iG

Segundo especialista, o custo-benefício é uma questão que vale a pena para quem quer investir nos celulares queridinhos do momento da chinesa Xiaomi

Se você não conhece alguém que tem um celular da Xiaomi, já deve ter pelo menos ouvido falar da marca chinesa. Com smartphones a partir de R$800 , ela está chamando muito a atenção dos consumidores que buscam mais qualidade e um preço baixo. Mas será mesmo que, ao comparar com outras marcas, investir em um Xiaomi vale a pena?  
celulares Xiaomi modelo Redmi 5
Divulgação/Xiaomi
Muita gente questiona se Xiaomi vale a pena por causa de seu custo-benefício. Na foto, o smartphone Xiaomi Redmi 5

A questão sobre se o Xiaomi vale a pena ou não ganhou destaque pela primeira vez em 2015, quando marca chinesa chegou ao Brasil   , mas acabou saindo do país dois anos depois. Até o início de 2019 os celulares só podiam ser encontrados em sites asiáticos de distribuição internacional, como o Aliexpress, lojas importadoras ou com sistema marketplace.
Depois de fechar parceria com a empresa brasileira de produtos eletrônicos DL, a marca voltou a distruibuir os smartphones por aqui e ficou mais fácil encontrar os produtos em lojas físicas e grandes redes de venda pela internet. 
Através de nota divulgada pela assessoria de imprensa, a DL afirmou que os brasileiros "não têm à disposição aparelhos com configuração avançada a preço acessível" e é exatamente o público em busca dessas funcionalidades que eles estão tentando — e conseguindo — alcançar. 


Mas, afinal, comprar um Xiaomi vale a pena? 

celular Xiaomi modelo Redmi Note 7 Pro
Divulgação/Xiaomi
Especialista afirma que Xiaomi vale a pena, mas é difícil encontrar assistência técnica. Na foto, o Xiaomi Redmi Note 7 Pro
Ao iG Tecnologia , Guylherme Ribeiro, fundador da Suporte Smart, rede de franquias de assistência técnica para celulares, afirma que a gigante chinesa foca na tecnologia de ponta e nos preços extremamente competitivos. "A  Xiaomi consegue trazer o que há de melhor em tecnologia e design, mas cobrando um valor muito abaixo de seus concorrentes", ressalta. 
"Esse valor acaba sendo diferente de outras grandes fabricantes porque a Xiaomi não investe em publicidade e distribuição. Por causa disso, a marca não sofre nenhum tipo de pressão por parte de tabelas de distribuidores e consegue aplicar o valor que ela mesmo determina para a venda dos aparelhos ao redor do mundo", explica. 
E é por isso que, segundo ele, o custo-benefício vale a pena se você compra em uma loja diretamente no Brasil, já que no caso da importação as taxas deixariam o produto mais caro. "Uma vez que você terá a garantia oferecida pelo revendedor no país, juntamente com nota fiscal e possível suporte em relação a manutenção, comprar aqui é a melhor saída." 
O maior "contra" é que como a chegada em território nacional ainda é muito recente, ainda não há uma assitência técnica autorizada por aqui. Por isso, quem comprar um celular Xiaomi vai ter que procurar empresas que tenham profissionais especializados no reparo desses aparelhos e, também, possuam peças para reposição em estoque.  

Escolhendo o Xiaomi certo para você 

Xiaomi modelo Mi8
Divulgação/Xiaomi
Independente da opinião sobre se Xiaomi vale a pena ou não, é fato que a empresa está crescendo. Na foto, o Xiaomi Mi8
Se você se interessou pela marca, mas ficou em dúvida entre os 20 modelos já lançados pela Xiaomi, Guylherme faz as recomendações. "Lançado no ano passado, Mi8 sem dúvidas é o 'queridinho da vez', mas o PocoFone também é ótimo quando o assunto é velocidade."
Ambos possuem processador Snapdragon 845, que passou a ser usado em smartphones com Android e computadores Windows 10 no ano passado, e um sistema de refrigeração liquida. "Esse recurso que facilita a troca de calor do aparelho com o ar em temperatura ambiente, evitando problemas por superaquecimento", detalha o profissional. 
No site da marca, os peços dos modelos mencionados variam entre R$2.800 até R$4.300, o que vai depender do modelo, quantidade de memória interna e processador. Existem também os modelos "econômicos", como o Redmi 6, Redmi S2 e Redmi 5, por exemplo, que estão na faixa de R$800, R$1880 e R$1900, respectivamente. 
Porém, celulares não são o único produto para perguntar se investir na  Xiaomi vale a pena  . "A empresa vêm investindo em produtos de diferentes nichos, desde smartphones, smartwatches, notebooks, acessórios, até televisores, patinetes elétricos e carros", comenta o profissional. Independente da opinião, é fato que a marca está crescendo entre as grandes do mercado. 

segunda-feira, 4 de março de 2019

Intel apresenta SoC Lakefield com CPU híbrida e GPU integrada de 11ª geração.

Intel apresenta SoC Lakefield com CPU híbrida e GPU integrada de 11ª geração-02
Intel apresentou o seu novo System-on-a-chip (SoC) Lakefield, que utiliza uma nova tecnologia de envelopamento 3D da fabricante para incluir novas combinações de hardware dentro de um mesmo chipset. De acordo com a companhia, é possível utilizar a técnica para criar SoCs menores para diferentes plataformas – incluindo a promessa de permitir novos designs inovadores para notebooks.
A princípio, o Intel Lakefield será composto de 4 camadas diferentes, posicionadas uma sobre a outra. Na parte inferior, fica o Die base e a memória cache da peça de hardware. Logo acima, a empresa implementou o chiplet de computação contendo CPU e GPU, ambos fabricados em litografia de 10nm.
Intel apresenta SoC Lakefield com CPU híbrida e GPU integrada de 11ª geração-03
As outras duas camadas do novo SoC da Intel trazem camadas de DRAMpara servir como a memória principal do sistema. Com isso, não será necessário que as fabricantes de notebooks, tablets e PCs compactos implementem slots de RAM na placa-mãe, liberando espaço para outros componentes ou melhor resfriamento.
A CPU do chipset é capaz de ter um design híbrido, com a primeira versão do Lakefield trazendo um total de 5 núcleos. Eles são configurados de maneira parecida com os de smartphones contemporâneos ao trazer 4 cores pequenos, projetados para maior eficiência energética. Complementado-os estará um núcleo de maior desempenho com arquitetura Sunny Cove.

Para completar, o chip gráfico do Lakefield será o Intel UHD Graphics de 11ª geração, trazendo 64 unidades de execução. Benchmarks oficiais da GPU ainda não foram divulgados, mas testes vazados indicam que ela terá desempenho superior ao da AMD Vega 10.

Testamos: como usar o Galaxy S10 para carregar outros dispositivos

Recurso dos novos Galaxy permitem usá-los como fonte de energia para recarregar outros gadgets. Veja como a função é ativada

A Samsung está tão confiante na bateria do Galaxy S10 que permite a você doar alguns de seus preciosos pontos percentuais. Um novo recurso chamado "Wireless PowerShare" permite que você, literalmente, transforme seu S10 em um tapete de carregamento sem fio para que você possa ligar o outro telefone habilitado para Qi, apenas colocando-o na parte traseira do S10. Funciona em todos os três modelos.
Testamos a funcionalidade, que opera a partir dos seguintes passos:
  1. Abra a aba de notificações até que apareçam as configurações rápidas. Se você não ver um botão PowerShare sem fio, deslize para a esquerda para encontrá-lo e toque no botão para ligá-lo;
  2. Vire o S10 com a tela frontal para baixo e depois coloque um segundo telefone, um Galaxy Watch ou Galaxy Buds de costas com o S10, em cima dele. Para obter melhores resultados, convém alinhar os dispositivos da mesma maneira para evitar que escorreguem e garantir que as bobinas se encontrem;
  3. Quando terminar, remova o celular e abra a aba de notificações. Você verá um aviso persistente para o PowerShare sem fio. Toque como de costume para expandi-lo e vá em Desligar para desativá-lo.
Você ainda pode usar seu S10 enquanto carrega o outro telefone. Obviamente, o PowerShare sem fio drenará mais rápido a bateria do seu telefone, por isso esteja ciente de quanto tempo de carga está sendo usado. Em média, você perderá cerca de 25% de bateria por hora, mas a porcentagem pode variar.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Samsung anuncia 15 modelos de notebook com preços que vão de R$ 999 a R$ 5.999

Produtos chegam às lojas entre junho e julho rodando Windows 8.1 e ChromeOS, o sistema operacional do Google

Para 2015, Samsung apresenta quatro linhas, todas rodando processadores Intel e Windows 8.1, com exceção do Chromebook 2
Emily Canto Nunes/iG São Paulo
Para 2015, Samsung apresenta quatro linhas, todas rodando processadores Intel e Windows 8.1, com exceção do Chromebook 2
De olho no próximo "boom" de vendas de notebooks que, segundo analistas, ocorre de quatro em quatro anos (o último foi em entre 2012 e 2013), a Samsung anunciou na noite dessa quinta-feira (18) quatro novas séries de notebooks para o mercado brasileiro. Juntas, essas novas linhas totalizam quinze modelos que chegam às lojas entre junho e julho com preços que começam em R$ 999 e vão até R$ 5.999. 

Baseado-se em pesquisas feitas com o consumidor brasileiro que, conforme apresentou Sandra Chen, executiva da área, ainda se interessa por esse tipo de produto, a Samsung traz para o Brasil as linhas Essentials, Expert, Style e Connect, essa última rodando o sistema do Google, o ChromeOS. O restante dos aparelhos operam com Windows 8.1, mas assim que a décima versão for lançada, serão atualizados gratuitamente.
No geral, os modelos se distinguem por suas configurações e por algumas decisões de design mas, em conjunto, mostram que a fabricante sul-coreana conhecida pelas recentes inovações na área de smartphones resolveu se manter tradicional. No novo portfólio da marca não há espaço para produtos dois em um, ou seja, que são notebook e tablet ao mesmo tempo, e nem para dispositivos com tela sensível ao toque, mesmo rodando Windows 8.1 e, futuramente, Windows 10, sistemas mais voltados a esse tipo de experiência. Sandra acredita que embora sejam um tendência, produtos como esses ainda não conquistaram os brasileiros ainda.
Quatro novas linhas
Com as quatro linhas, a Samsung espera atingir os mais variados públicos: homens e mulheres, classes ABC e jovens de 18 a 24 anos com a Connect; homens e mulheres de classe B e C e acima de 25 anos com a Essentials; homens e mulheres, classe A, de 18 a 24 anos com a Expert; e homens de classe A e B acima de 25 anos com a Style.
Uma das linhas é a Connect, a única que não roda Windows e que é representada por um único notebook, no caso, o Chromebook 2. Rodando ChromeOS, o Chromebook 2 codinome XE500C12 é bastante similar ao produto lançado no início do ano passado. Com a mesma tela de 11,6 polegadas e os mesmos 16 GB de armazenamento mais 100 GB no Google Drive e 2 GB de memória RAM, o Chromebook 2 se destaca pelo processador Intel, Celeron, e pelo acabamento imitando o de um tecido, com as bordas costuradas, ainda que na cor prata. Além disso, chega um pouco mais barato do que em 2014: R$ 999.
A linha Essentials é a mais básica: tem um teclado mais ergonômico, garantia diferenciada e acesso ao Samsung S-Service, um suporte técnico remoto. Com processador Intel Celeron ou Core i3, será vendido com 2 GB ou 4 GB de memória RAM e 500 GB ou 1 TB de armazenamento. Disponível nas cores preto com prata, branco com preto e preto mineral, os modelos da linha Essentials são um pouco pesados, 2 a 2,2 kg, e possuem de telas de 14 ou 15,6 polegadas. Nesta linha, são três modelos básicos: E21, com Intel Celereon e tela LED HD, por R$ 1.499, e a E32, por R$ 1.899, com Intel Core i3, processador de quinta geração.
Já a linha Expert, que deve ser também a mais cara, é a única com opção de placa de vídeo dedicada, processador Intel Core i5 ou Core i7, 4 GB ou 8 GB de memória RAM, 1 TB de armazenamento, e modelos de 14 e 15,6 polegadas nas resoluções HD ou Full HD. Os modelos dessa linha serão vendidos nas cores preto mineral, branco, branco com prata e preto com prata. São também mais pesados, 2 a 2,2 kg, e robustos. Nesta linha, são dois modelos com Core i5, o X21 por R$ 2.599, e X30 por R$ 3.249, que tem também placa gráfica com memória de 2 GB dedicada, e as linhas X50 e X51 com Core i7, por R$ 3.749 e R$ 3.899 respectivamente.
Por fim, a linha Style, que como o nome sugere, se distingue pelo design dos produtos, e que possui modelos com processador Intel Core i5 ou Core M, 4 GB ou 8 GB de memória RAM, apenas 256 GB de armazenamento e versões de 12,2 e 13,3 polegadas. Vendidos nas cores preto e branco, os modelos da linha Style são mais leves: 950 g a 1,34 kg, similar ao do Chromebook 2. Nesta linha, são dois modelos: S20, com Intel Core i5 por R$ 3.399, e o S40 com Intel Core M por R$ 5.999.